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Do craque ao covarde: Romário trai o partido e ignora o impeachment de Alexandre de Moraes

Redação Fala Geral
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Romário e a covardia política: quando o herói do futebol vira apático político

Na política, como no futebol, espera-se postura, garra e comprometimento — valores que fizeram do senador Romário (PL-RJ) uma lenda nos gramados. Mas no jogo político, ele parece estar jogando contra o próprio time. Romário não apenas se recusou a assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, como traiu a confiança de seu partido e a expectativa dos eleitores que o trouxeram ao Senado.

Enquanto o PL, partido que o abriga, luta abertamente pelo impeachment e pressiona seus integrantes a assumirem posição clara, Romário prefere o silêncio covarde e a omissão desleal. É como se o ex-craque tivesse se aposentado da responsabilidade política e estivesse vivendo apenas do passado — um “gol de 94” que já não significa nada em 2025.

Esse comportamento contradiz qualquer lógica de coerência e compromisso. A articulação pelo impeachment não é um capricho político, mas um movimento estratégico que reflete o clamor da base do partido e de uma parcela significativa da sociedade. Romário, no entanto, parece mais interessado em evitar desgaste político do que em cumprir seu papel institucional.

A postura do senador não passou despercebida. Líderes do PL, como o pastor Silas Malafaia, não hesitaram em chamá-lo de covarde, enquanto figuras influentes como Jair Renan Bolsonaro o questionaram publicamente, lembrando que sua fama de atleta não deve ser usada como escudo para sua falta de posicionamento.

É uma traição explícita: não apenas ao partido, mas aos seus eleitores, à democracia e ao debate público. A omissão política de Romário é um sinal claro de que, na política, fama e passado glorioso não bastam para garantir respeito — é preciso coragem e coerência.

Em suma, Romário transformou-se no maior exemplo de que ídolos do esporte não são sinônimos de liderança política. E sua omissão diante do pedido de impeachment de Alexandre de Moraes é o sintoma claro da decadência de uma postura que já deveria ter sido aposentada.


Por Marcos Soares
Jornalista – Analista Político                                                                                                                                   instagram.com/@marcossoaresrj    |  instagram.com/@falageraltv

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