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A disputa entre Rodrigo Bacellar (União Brasil) e Washington Reis (MDB) é o mais recente e emblemático capítulo da antecipada corrida eleitoral pelo governo do Rio de Janeiro em 2026.

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Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de posse do Ministro de Estado da Cidadania, Joao Roma, e do Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Onix Lorenzoni e sanção da Lei da Autonomia do Banco Central
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Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de posse do Ministro de Estado da Cidadania, Joao Roma, e do Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Onix Lorenzoni e sanção da Lei da Autonomia do Banco Central
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Em 3 de julho de 2025, enquanto o governador Cláudio Castro (PL) estava em Portugal, Rodrigo Bacellar (União Brasil) então governador interino, exonerou Washington Reis (MDB) da Secretaria de Transportes via Diário Oficial — seu primeiro ato no posto.

Bacellar justificou dizendo que Reis era “insubordinado” e que mal se comunicava com o gabinete.

Reis acusou Bacellar de agir “para aparecer” e de expor uma disputa não apenas administrativa, mas política.

Ele também apontou que o ato tinha pouca validade, já que foi assinado por um interino, garantindo que Castro concordava com sua permanência.

Reis vinha se aproximando publicamente de Eduardo Paes (PSD), cenário interpretado como movimento de construção de chapa para 2026 e afronta direta a Bacellar

A Alerj, sob influência de Bacellar, aprovou convocar Reis para depor em CPI da Transparência — episódio que culminou em discussões acaloradas com seu irmão, o deputado Rosenverg Reis.

Entraves na base governista

A decisão de Bacellar foi classificada pelo governador Castro como “intempestiva e desrespeitosa”, embora reconhecesse que a exoneração já estava nos planos.

Após a repercussão, Castro optou por manter a exoneração e nomeou Priscila Haidar Sakalem para o lugar

O senador Flávio Bolsonaro — que vê voz ativa na articulação bolsonarista no RJ — interveio pedindo paz entre as lideranças, pediu que Castro revertesse a demissão e alertou: “todo mundo só vê o Rio… Precisamos aumentar a vantagem da direita”

Bacellar quer firmar liderança e demonstrar autonomia do Legislativo, além de pavimentar seu caminho como candidato oficial da base governista.

Reis, por sua vez, fortalece seu perfil como figura populista, próxima da Baixada Fluminense e de Eduardo Paes — ganhando visibilidade ao se posicionar como “vítima” do embate político.

Ainda existe a questão de sua inelegibilidade por condenação em crime ambiental, mas há movimentações no STF, com despacho de Gilmar Mendes apontando possibilidade de Acordo de Não Persecução Penal.

Articulações partidárias e acordos

Bolsonaro e a linha dura do PL apoiam firmemente Bacellar, mas cobram influência na escolha do vice – e veem Reis como obstáculo devido à sua proximidade com Eduardo Paes (PSD), o que reforça o racha na direita fluminense.

Contents
Em 3 de julho de 2025, enquanto o governador Cláudio Castro (PL) estava em Portugal, Rodrigo Bacellar (União Brasil) então governador interino, exonerou Washington Reis (MDB) da Secretaria de Transportes via Diário Oficial — seu primeiro ato no posto.Bacellar justificou dizendo que Reis era “insubordinado” e que mal se comunicava com o gabinete.Reis acusou Bacellar de agir “para aparecer” e de expor uma disputa não apenas administrativa, mas política.Ele também apontou que o ato tinha pouca validade, já que foi assinado por um interino, garantindo que Castro concordava com sua permanência.Reis vinha se aproximando publicamente de Eduardo Paes (PSD), cenário interpretado como movimento de construção de chapa para 2026 e afronta direta a BacellarA Alerj, sob influência de Bacellar, aprovou convocar Reis para depor em CPI da Transparência — episódio que culminou em discussões acaloradas com seu irmão, o deputado Rosenverg Reis.Entraves na base governistaA decisão de Bacellar foi classificada pelo governador Castro como “intempestiva e desrespeitosa”, embora reconhecesse que a exoneração já estava nos planos.Após a repercussão, Castro optou por manter a exoneração e nomeou Priscila Haidar Sakalem para o lugarO senador Flávio Bolsonaro — que vê voz ativa na articulação bolsonarista no RJ — interveio pedindo paz entre as lideranças, pediu que Castro revertesse a demissão e alertou: “todo mundo só vê o Rio… Precisamos aumentar a vantagem da direita”Bacellar quer firmar liderança e demonstrar autonomia do Legislativo, além de pavimentar seu caminho como candidato oficial da base governista.Reis, por sua vez, fortalece seu perfil como figura populista, próxima da Baixada Fluminense e de Eduardo Paes — ganhando visibilidade ao se posicionar como “vítima” do embate político.Ainda existe a questão de sua inelegibilidade por condenação em crime ambiental, mas há movimentações no STF, com despacho de Gilmar Mendes apontando possibilidade de Acordo de Não Persecução Penal.Articulações partidárias e acordosResistências internas e préviasDiversos expoentes do PL, como Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante e Silas Malafaia, manifestaram apoio a Reis, criticando Bacellar — o que evidencia fratura significativa dentro do partido.A ala bolsonarista, apesar do apoio formal a Bacellar, mantém atenção à situação judicial de Reis – com Bolsonaro sinalizando que pode sustentá-lo se ele recuperar sua elegibilidade — o que cria incerteza nas prévias internas.A indefinição do vice na chapa e a busca por cadeiras estratégicas do PL no governo aumentam a tensão nas negociações sobre quem deve liderar o projeto bolsonarista no estado.Repercussão junto ao eleitoradoSegmento conservador e evangélico: muitos ainda preferem Reis, identificado com o pastor Malafaia e as pautas da Baixada; Bacellar, por sua vez, tenta consolidar apoio em outras regiões com o patrocinado de Bolsonaro.Percepção na Baixada Fluminense: o vídeo de Eduardo Paes com Reis (1º de julho) fortaleceu a imagem local de Reis como voz da região, mas também alimentou narrativas de ataque de Bacellar via CPI.Pesquisas e cenário geral: Paes lidera amplamente com cerca de 57%, sugerindo que a direita está focada em impedir a vitória do candidato do PT/PSD. Nesse contexto, Bacellar quer consolidar a aliança bolsonarista, mas enfrenta riscos por conta do desgaste provocado pelas disputas internas.Cenários e tendênciasO apoio unificado à candidatura de Bacellar ainda não está garantido, pois depende de limar o apoio de dissidentes do PL e garantir espaço para o MDB e aliados do centrão.O possível retorno de Reis, caso supere sua inelegibilidade, pode reconfigurar o tabuleiro — especialmente se ganhar o respaldo de setores do PL e evangélicos.Para vencer Paes, Bacellar precisa construir uma chapa sólida e incluir nomes que unam o PL, MDB e centrão, além de personalizar o discurso para concorrer no interior e capital.A briga Bacellar x Reis não é apenas retórica — trata-se de uma batalha por liderança, disputa de espaços na chapa e testes de fidelidade dentro da direita. O ritmo e o resultado dessa disputa vão moldar não só quem será o candidato bolsonarista, mas também a capacidade de unificação da oposição a Paes/PSD.

Cláudio Castro (PL) tem atuado nos bastidores para reconduzir o centrão e apaziguar o PL e MDB — isso já era evidente quando Bacellar ficou interino para exonerar Reis e ao negociar cargos da Alerj envolvendo PL e União Brasil.

MDB mantém pressão por uma candidatura própria, com Reis articulando apoio na Baixada e buscando reverter sua inelegibilidade no STF — enquanto o MDB diverge internamente sobre manter ou abandonar essa candidatura.

Resistências internas e prévias

Diversos expoentes do PL, como Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante e Silas Malafaia, manifestaram apoio a Reis, criticando Bacellar — o que evidencia fratura significativa dentro do partido.

A ala bolsonarista, apesar do apoio formal a Bacellar, mantém atenção à situação judicial de Reis – com Bolsonaro sinalizando que pode sustentá-lo se ele recuperar sua elegibilidade — o que cria incerteza nas prévias internas.

A indefinição do vice na chapa e a busca por cadeiras estratégicas do PL no governo aumentam a tensão nas negociações sobre quem deve liderar o projeto bolsonarista no estado.

Repercussão junto ao eleitorado

Segmento conservador e evangélico: muitos ainda preferem Reis, identificado com o pastor Malafaia e as pautas da Baixada; Bacellar, por sua vez, tenta consolidar apoio em outras regiões com o patrocinado de Bolsonaro.

Percepção na Baixada Fluminense: o vídeo de Eduardo Paes com Reis (1º de julho) fortaleceu a imagem local de Reis como voz da região, mas também alimentou narrativas de ataque de Bacellar via CPI.

Pesquisas e cenário geral: Paes lidera amplamente com cerca de 57%, sugerindo que a direita está focada em impedir a vitória do candidato do PT/PSD. Nesse contexto, Bacellar quer consolidar a aliança bolsonarista, mas enfrenta riscos por conta do desgaste provocado pelas disputas internas.

Cenários e tendências

O apoio unificado à candidatura de Bacellar ainda não está garantido, pois depende de limar o apoio de dissidentes do PL e garantir espaço para o MDB e aliados do centrão.

O possível retorno de Reis, caso supere sua inelegibilidade, pode reconfigurar o tabuleiro — especialmente se ganhar o respaldo de setores do PL e evangélicos.

Para vencer Paes, Bacellar precisa construir uma chapa sólida e incluir nomes que unam o PL, MDB e centrão, além de personalizar o discurso para concorrer no interior e capital.

A briga Bacellar x Reis não é apenas retórica — trata-se de uma batalha por liderança, disputa de espaços na chapa e testes de fidelidade dentro da direita. O ritmo e o resultado dessa disputa vão moldar não só quem será o candidato bolsonarista, mas também a capacidade de unificação da oposição a Paes/PSD.

 

Por Marcos Soares – Jornalista – Escritor – Especialista em política

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